Operação termina na prisão de 13 pessoas

0

Cinco dos acusados presos e o menor, apreendido (Foto: Polícia Civil)
Uma quadrilha organizada que estava agindo nos municípios de Estância e Boquim foi desarticulada pela operação ‘Adrasteia’, que envolveu seis delegados e cerca de 40 escrivães e agentes de polícia civil. Durante coletiva na tarde desta segunda-feira, 25, o delegado Marcelo Hercos explicou como agia a quadrilha formada por Paulo Henrique Santos de Góis, de 38 anos, conhecido como “Paulo Gordo”; Adailton Rocha, de 47 anos, conhecido por “Buiú”; Edivan Conceição Feliz, de 22 anos; Anderson Ribeiro, de 20 anos, vulgo “Cuca” e Carlos Henrique Conceição rocha, conhecido de “Madruguinha”.

Para a polícia “Paulo Gordo” é considerado o chefe da organização criminosa. “O Paulo Gordo é o único dos presos que tem uma estrutura financeira melhor. Com a prisão ele responderá ainda por porte ilegal de arma, já que foi encontrado um revólver com numeração raspada”, diz Marcelo Hercos.

Marcelo Hercos explicou como a operação foi deflagrada (Foto: Portal Infonet)
Além dos cinco presos, a polícia também procura o sexto foragido identificado como ‘Baiano’. O delegado ressaltou que para efetuar as prisões foi preciso um trabalho de investigação de cerca de três meses. Para Marcelo Hercos a quadrilha atuava nos assaltos e na receptação dos objetos roubados que incluíam motocicletas.

Presos

No total a polícia conseguiu prender 11 presos no município de Estância, e outros dois na capital sergipana e em Simão Dias. Na operação também foi apreendido um adolescente.Também foram presos o ex-presidiário José Donilson Santos de Jesus, de 41 anos; José Maurício da Conceição, de 30 anos, conhecido como “Umbigão”, acusados de furto e roubo; Edivan Conceição Feliz, de 22 anos, acusado de furto qualificado e formação de quadrilha; Carlos Henrique Conceição rocha, conhecido de “Madruguinha”, e José Emerson Cruz, de 24 anos, vulgo “Magrão”. Segundo a polícia, todos detidos tinham mandados de prisão decretados.

Crack

Com a prisão de Clevisson Rodrigo Silva de Jesus, de 18 anos, vulgo “Kel”, a polícia já sabe que o acusado furtava motocicletas para sustentar o vicio do crack. “O Kel realizava vários furtos de motocicletas, pegava uma motocicleta que custa R$ 2 mil e vendia por R$ 100 reais para comprar o crack”, observa o delegado.

Por Kátia Susanna

Comentários