Polícia fecha o cerco a pistoleiros

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Luciano e “Gaia” estavam foragidos  (Fotos: Portal Infonet)
O prosseguimento de uma investigação quase um ano após a chacina em Itaporanga D´Ajuda terminou na prisão do último foragido do crime. Luciano Barros da Silva, de 29 anos, foi detido em Alagoas por policiais do Complexo de Polícia Especializada (Cope) de Sergipe. Durante a investigação, o delegado André Baronto descobriu pistas de outro pistoleiro que pertence à mesma quadrilha que executou as quatro vítimas em Itaporanga. Ele também foi preso. 

O delegado ressalta, no entanto, que não existe nenhuma pista de que Luiz Fernando da Silva, de 20 anos, conhecido como ‘Gaia’, encontrado no Estado de Mato

Luciano participou da chacina em Itaporanga
Grosso do Sul, teria participado da chacina. André Baronto salienta que Luiz foi preso porque estava com mandado em aberto na Justiça por homicídio. “Ainda não consegui ouvir o depoimento dos dois presos, é provável que isso aconteça na tarde desta segunda-feira [18]”, explica o delegado.

André Baronto diz que para efetuar as duas prisões foi preciso deslocar duas equipes de policiais para Alagoas, onde Luciano foi preso, e Mato Grosso. “A chacina foi elucidada com 20 dias. Agora fechamos com a prisão do último foragido. Vamos encaminhar as prisões para a Justiça”, relata.

Chacina

O crime que ocorreu no dia 28 de outubro do ano passado e terminou nas mortes de Carlos Alberto Oliveira Góes, 25 anos, e José Santos Oliveira, 44 anos e André Leite Filho, 43 anos, teria sido motivado por dívidas feitas por

Para a polícia Gaia pertence a quadrilha de pistoleiros
José Everaldo e Silva, que está sendo apontado como mandante do crime, a José Santos Oliveira (vítima). De acordo com a polícia, o valor chega a R$ 500 mil. A informação é de que o mandante tomava altos empréstimos e assinava a confissão das dívidas em notas promissórias.

Mandante

José Everaldo, de 49 anos, foi preso pouco mais de um mês após o crime. Na época os delegados responsáveis pela prisão explicaram que a morte de José Santos Oliveira, ‘Nadinho’, custou algo entre R$ 10 a R$ 30 mil aos executores. Um deles, o pistoleiro alagoano Cícero Ferreira da Silva, já havia sido preso antes.


Por Kátia Susanna

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