Sequestro não passou de trote

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Adelmo entrou em contato com a família e confirmou que passou um trote
Tudo não passou de um trote. O suposto seqüestro de José Adelmo Rosa Santos, de 24 anos, não passou de uma mentira contada pelo balconista para a família. Desde a última quarta-feira, 28, os familiares de Adelmo estavam aflitos com o sumiço do rapaz, que foi visto pela última vez após deixar o trabalho em uma panificação localizada na rua do Acre, no bairro Siqueira Campos.

De acordo com a família, Adelmo ligou dizendo ter sido sequestrado e avisou estava ferido em um hospital de Minas Gerais. A polícia foi acionada e o delegado do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), Cristiano Barreto, passou a investigar o sumiço.

De acordo com o delegado, após ouvir os familiares foi possível investigar o que realmente tinha acontecido. Cristiano Barreto afirma que Adelmo deixou a capital sergipana de livre e espontânea vontade, após comprar uma passagem de ônibus para Belo Horizonte.

Apesar do transtorno causado com a notícia do seqüestro, o delegado enfatiza que o procedimento dos familiares ao procurar a polícia foi o correto. “A polícia tem todos os mecanismos para investigar e descobrir o que realmente está acontecendo”, alerta. O delegado esclarece ainda que o trote de Adelmo não é considerado crime, pois a ligação foi feita apenas para os familiares e não para a polícia. “Foi um desgaste para a família. A mãe dele passou mal, mas ele [Adelmo] não levou o caso para a polícia. Os familiares acreditaram no seqüestro”, diz.

Por Kátia Susanna

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