Agá, uma letra diferente (poema infantil) – por Gustavo Aragão

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Agá é o meu nome. Escrevo-me sempre em silêncio (H ou h). Em bom português não falo nunca. Estou em humano Onde mais? Hum? Ah, claro!, no gás hélio Onde? Ãrã, exatamente. Viu? É sempre assim: entro mudo e saio calado. Ah! Tem horas que quero gritar de alegria! Mas dizem os sábios: “Os grandes pensadores são aqueles que sempre sabem calar e ser bons observadores.” Há quem diga que isso é um defeito, já há outros que dizem ser qualidade. Sou assim diferente, mas me aceito E me amo de verdade. Hum… Adoro quando sou empregado, Pois assim me faço presente, lido e admirado. Sou assim mesmo, Agá (H, h), com muito orgulho, Uma letra diferente que nunca se faz de rogado. Por Gustavo Aragão Cardoso Todos os direitos estão reservados ao autor perante a Lei de Direitos Autorais. Fica proibida a reprodução total ou parcial da obra em questão sem a prévia autorização do autor.

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