Centro de Criatividade oferece oficinas de xilogravura

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Centro de Criatividades oferece aulas de xilogravura e reciclagem

Comemorando o mês do folclore, agosto ganha até dia 22 uma vasta programação com exposições, mesas redondas, oficinas e manifestações culturais através do “Agosto para Todos”, projeto da Secretaria de Estado da Cultura (Secult).

Parte desta grande programação está alocada no Centro de Criatividade, localizado no bairro Getúlio Vargas. Durante toda a semana, por exemplo, ocorrem aulas das oficinas de xilogravura e reciclagem, que se estendem até o dia 20.

Segundo Isaac Galvão, diretor da unidade, as oficinas que acontecem sempre às 14h, são uma forma de despertar o instinto artístico de quem participa. “Esse tipo de projeto, com oficinas, exposições, é uma ótima forma de despertar o artista que existe em cada um”, explica Isaac.

Oficinas

A vontade de aprender coisas novas, desenvolver novas habilidades e descobrir novos talentos, foram alguns dos motivos que levaram dona Eliena Alves a fazer a oficina de reciclagem. “Além de desenvolver novas habilidades, estou tendo uma ótima oportunidade de me distrair, espairecer, conversar com gente nova. Estou adorando o curso, nosso professor é ótimo, tem uma facilidade imensa em repassar seus conhecimentos. O Centro pode contar com minha presença para outras oficinas”, comenta a entusiasmada aluna.

Aulas se estendem até o dia 20

O ministrante da oficina de reciclagem é o professor Jerônimo Freitas, que atua na área do reaproveitamento de materiais descartados há mais de 20 anos. Ele conta que é muito difícil encontrar alunos tão dedicados, e que a turma é maravilhosa. “Me surpreendi com a dedicação deles. Parece que todos já tinham experiência. Estão me dando uma verdadeira aula”, comenta o professor.

Na oficina de xilogravura, o facilitador Rosivaldo Alves conta que a aceitação do público está sendo ótima, e que o curso tem o intuito de oferecer a eles uma técnica pouco conhecida de fazer arte. “A xilogravura é uma técnica chinesa, que até bem pouco tempo não era conhecida no Brasil. Então essa oficina é uma oportunidade de trazer a essas pessoas mais uma forma de arte, que foi extremamente difundida no nordeste pelo cordel, que é uma coisa nossa”, explica Rosivaldo.

Fonte: ASN

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