Comércio: Camelôs vendem mais do que lojas neste domingo

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Procura foi maior pelos brinquedos espalhados pelo Calçadão da João Pessoa (Fotos: Portal Infonet)

O movimento não foi o esperado nas lojas especializadas na venda de brinquedos [localizadas no Comércio de Aracaju], na manhã deste domingo, 12. Os estabelecimentos funcionaram por toda a manhã, mas quem conseguiu faturar mais, foram os chamados camelôs no Calçadão da rua João Pessoa. Quem não pôde comprar os presentes para o Dia das Crianças durante a semana, conseguiu fazer a festa dos pequenos.

“Eu trabalho como padeiro das 6h da manhã até às 7h da noite. Não tive comprar o presente da minha filha durante a semana. Pra mim e pra outras pessoas que também não tiveram tempo, foi bom demais as lojas abrirem hoje”, ressalta, Adailton Santos Silva, escolhendo uma boneca para a filha Ane Gabriele, de 3 anos.

Fernanda Cristina comemora vendas

Já a assistente de faturamento, Cleudineide Bispo dos Santos, foi informada de que o comércio estaria funcionando normalmente na manhã deste domingo, o que não ocorreu. “Na verdade eu ouvi que o comércio estaria funcionando e vir resolver umas coisas, mas percebi que somente algumas lojas de brinquedos estão abertas. Como já estou aqui, vou aproveitar para olhar uns brinquedos”, destaca.

Vendas

A vendedora de brinquedos, Fernanda Cristina Carvalho, chegou logo cedo ao Calçadão da rua João Pessoa e não se arrependeu. “A procura está muito boa. Temos produtos de qualidade, que agradam as crianças e o melhor, por preços bem mais em conta do que nas lojas”, comemora.

O que não acontece com a vendedora de bijouterias e acessórios infantis

O colorido dos cavalinhos "upa upa" atraiu consumidores

Adailton aprovou a abertura das lojas neste domingo e comprou uma boneca para a filha

Claudineide foi informada que o comércio estava funcionando

Já a vendedora de bijouterias e acessórios para crianças, Járbore de Souza, não teve a mesma sorte. “Eu tenho dizer que tá bom pra Deus ajudar, mas o movimento não está sendo o que a gente esperava. As pessoas procuram mais por brinquedos. Até mesmo nas lojas, está devagar”, afirma.

Por Aldaci de Souza

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