Julgamento ficou para quinta-feira

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E o julgamento não aconteceu. Marcado para ontem, a sessão do júri para pôr no banco dos réus dois acusados da morte do deputado Joaldo Barbosa – Marcos Nunes e o ex-policial Antonio Braz – não pode se realizar porque o advogado de Marcos Muganga retirou-se da sala. Ao se iniciar a sessão do tribunal do júri, o advogado de Marcos Nunes, o ex-secretário de Segurança Pública João Guilherme apresentou requerimento solicitando a suspensão do júri porque ele não teve acesso aos autos. Estes têm mais de 3 mil folhas. O promotor não gostou do pedido, que foi indeferido pela juíza Iolanda Guimarães. Aí então, João Guilherme preferiu se retirar da sala do júri. Como o ex-policial Antônio Braz está sem advogado há uma semana, a juíza suspendeu o julgamento, marcando uma nova data, na próxima quinta-feira. Serão nomeados defensores públicos para que o júri possa se realizar neste dia.

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