Especialistas explicam como a alimentação pode melhorar a imunidade

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(Foto: Agência Educa Mais Brasil)
O nutricionista, Matheus Ezequiel, explica que uma alimentação reforçada não precisa ser cara (Fotos: divulgação)

Não há dieta milagrosa ou superalimento capaz de curar ou prevenir o novo coronavírus, mas por outro lado, é possível usar criar hábitos alimentares saudáveis que fortalecem a autodefesa, tornando a imunidade mais eficiente.

Manter a imunidade alta é fundamental para auxiliar o corpo a combater infecções causadas por bactérias e vírus. Durante a pandemia, a busca por esta função do organismo se tornou um objetivo para muita gente, por causa do medo de infecção pela covid19. Mas vale lembrar, que todo cuidado é pouco e que tudo deve ser feito com orientação de especialistas.

Caio Andrade destaca importância da suplementação nutricional

O nutricionista, Matheus Ezequiel, explica que uma alimentação reforçada não precisa ser cara. Combinações simples e que fazem parte do cardápio da maioria das casas, são o primeiro passo para uma alimentação saudável. “Adicionar uma fibra ao tradicional arroz com feijão e proteína, já garante uma dieta balanceada”. O nutricionista diz ainda, que não se pode “deixar de lado a hidratação, que além de regular a temperatura do corpo, realiza o transporte de nutrientes e elimina toxinas”.

Segundo o médico, Caio Andrade, a suplementação nutricional também pode contribuir para uma melhora na imunidade sobre o risco ou a gravidade de infecções, como a Covid-19, “mesmo não existindo nada muito conclusivo, estudos científicos sugerem que a ingestão de nutrientes, por meio da suplementação, pode melhorar as chances de cura de pessoas com consumo alimentar insuficiente”.

Além da alimentação equilibrada, o estilo de vida também contribui para o fortalecimento das defesas naturais do organismo. O médico, Caio, explica que, a prática regular de exercícios físicos e o repouso adequado, ajudam o indivíduo a ter uma vida mais leve, neste momento de grande preocupação.

“Problemas no estômago e até doenças cardíacas, por exemplo, estão ligadas aos efeitos do estresse emocional, tão potencializados neste momento”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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