Número de novas empresas cresce em Sergipe

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O número de empresas constituídas continua crescendo em Sergipe. Embora a crise econômica mundial seja um assunto recorrente no país, dados da Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese) – órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec) – apontam um crescimento considerável, com 4.127 empresas abertas no ano passado, 365 empresas a mais que no ano de 2007.

Somente esse ano, entre os meses de janeiro e maio, foram constituídas 1.804 novas empresas em Sergipe, o que representou um crescimento de 9,3% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram abertos 1.650 novos empreendimentos. Além dessas, as empresas já em funcionamento solicitaram à Jucese alterações. Até o primeiro quadrimestre do ano foram solicitadas 2.480 alterações que se referem a casos como aberturas de filiais, aumento de capital ou mesmo troca de endereço ou de sócio.

De acordo com a análise apresentada pela Jucese, enquanto houve um aumento de  empresas abertas, o número de fechamento delas praticamente se manteve em Sergipe. Até o último mês de maio foram fechadas 400 empresas, enquanto que no mesmo período do ano passado foram extintos 389 empreendimentos no Estado. “Pelos números apresentados, podemos avaliar que a crise econômica não se instalou no setor empresarial em Sergipe, visto que os empresários locais continuam acreditando e investindo na abertura de novos negócios no Estado”, analisa Lauro Vasconcelos, presidente da Jucese.

Abertura de empresas

O primeiro passo para a abertura de uma empresa é ir à Junta Comercial para fazer o contrato social, onde já pode ser emitido o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), que antes era obtido somente na Receita Federal. Após isso, o empresário deve procurar a Secretaria Municipal de Finanças e o Corpo de Bombeiros, esse último a depender do tipo de empresa.

Em breve será entregue à população sergipana a Central Fácil de Atendimento Empresarial, que concentrará todos os órgãos e entidades responsáveis pela constituição de empresas. Desta forma, não será preciso se deslocar até outras instituições para formalizar a criação de um empreendimento.

Fonte: ASN

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