Maternidade oferece serviços a portadores de Síndrome de Down

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Reconhecida em todo o estado e renomada no país, ela é pioneira no atendimento especializado aos bebês (Foto: SES)

A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes(MNSL), unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), tem como foco principal cuidar e acolher os bebês de altos risco que nascem em Sergipe. Reconhecida em todo o estado e renomada no país, ela é pioneira no atendimento especializado aos bebês, sendo referência, também, em especialidades médicas sendo pioneira no estado em ofertar atendimentos especializados a esses bebês.

Um grande exemplo na MNSL é o tratamento especializado ofertado há cinco anos pelo médico Emerson de Santana Santos, geneticista, que diagnosticam as doenças congênitas. A maternidade é a única unidade da rede estadual a oferecer esse tipo de atendimento aos bebês.
Segundo o especialista, os dados apontam que um em cada 800 bebês, no mundo,  nasce com síndrome. “Na maternidade podemos caracterizar que a cada semana nasce um bebê com alguma síndrome, a mais comum é a síndrome de down. Já passada a fase alta de microcefalia, a down é a mais comum entre os nascimentos na Lourdinha”, completou Dr. Emerson Santana.
Emerson disse que o trabalho realizado na maternidade após o parto, busca diagnosticar crianças com síndromes, como a de Down.  A partir disso, as crianças têm acompanhamento no ambulatório Fallow UP, que é o segmento da maternidade. Os bebês que nascem de nove meses com saúde são acompanhados na Unidade Básica de Saúde (UBS) e as crianças que nascem prematuras com má formação, sífilis congênitas são acompanhadas durante os dois primeiros anos de vida.
“Quando a criança recebe alta da MNSL e é detectada nela uma síndrome genética, passa a ter acompanhamento no Follow-up. Já para as crianças com Síndrome de Down é necessário um relatório  já que elas normalmente terão direitos para o INSS, carteira de isenção de passagem e outros direitos que ela terão ao longo da vida, afinal, as crianças portadoras de necessidades especiais, estão amparadas legalmente”, explica o especialista, Emerson.
Doutor Emerson, relata, ainda que dentro da equipe há sempre uma assistente social, uma equipe que explica os direitos relacionados à Síndrome de Down. O recém-nascido na sala de parto  já pode apresentar  algumas características, alguns sinais que façam com que o pediatra suspeite  que esse bebê tenha realmente Síndrome de Down.
É nesse momento que  o geneticista Emerson Santana é acionado , faz a avaliação e consegue confirmar ou descartar,fazendo o exame físico voltado para síndrome. Poucos casos precisam lançar mão de um teste genético, de um exame de sangue  para confirmar  de fato que esse bebê tenha síndrome de down.

Característica

“O bebê possui o olhinho mais puxado, a língua geralmente fica pra fora, e existe uma relação de  aproximadamente 30 características, o bebê não é obrigado a ter as 30, mas se encontrar oito ou mais características,  praticamente a gente já fecha o diagnostico que o bebê tem Síndrome de Down”, diz o geneticista.

Fonte: SES

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